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É com grande prazer que comunicamos que duas de nossas professoras estarão juntas na sala Baden Powell.
A professora de canto Laura Valle e Ana Beatriz Azevedo professora de piano.
O melhor do Samba-jazz, estilo tipicamente carioca característico dos anos 60.No repertório visitaremos Tom Jobim, João Donato, Eumir Deodato, Baden-Powell, Miles Davis, Wes Montgomery e muitos outros compositores da pesada. Apareçam!Um forte abraço!
Já está definido o local onde será gravado o próximo DVD de Gilberto Gil, em dezembro. Sob a batuta do diretor Andrucha Waddington, Banda Três terá como cenário nada menos que o recém-reformado Theatro Municipal carioca, com direito a concerto de cordas by Jaques Morelenbaum e Bem Gil, filho do cantor.
No próximo sábado (10), Gil inicia em Roterdã a turnê europeia de Fé na Festa, sua compilação de hits juninos do forró. Como todos os anos, os deslocamentos serão feitos de ônibus, que desta vez tem camas, cozinha e até salão de jogos. O filho José Gil vai acompanhar o pai para transmitir os melhores momentos em redes sociais como o Twitter e o Facebook.
Matéria de Bruno Astuto do Terra
Com acentuado e estratégico retardo, a Universal lança a quarta e última caixa comemorativa dos 40 anos de carreira discográfica de Caetano Veloso, que, com exceção do compacto com Samba em Paz e Cavaleiro (RCA, 1965), lançou todos os discos por essa gravadora, desde quando era Philips. O último lote de Quarenta Anos Caetanos, com 11 CDs, cobre o período de 1995 a 2007, com álbuns Livro, Noites do Norte, A Foreign Sound, Eu Não Peço Desculpa e Cê.
Nesse tempo Caetano também fez cinco registros de shows – Fina Estampa ao Vivo, Prenda Minha, Omaggio a Federico e Giulietta, Noites do Norte ao Vivo e Cê ao Vivo. A diferença desses para outros do gênero é que os roteiros de seus shows primam pela precisão e pela coerência e têm sempre boas surpresas em repertório, arranjos e interpretações. Diz o pesquisador Rodrigo Faour, autor dos textos do encarte, que Prenda Minha é o recorde de vendas da carreira de Caetano.
Raridades
Em relação a todos esses CDs – já gravados pelo processo digital, ao contrário dos outros da era do LP, remasterizados – não há novidades. Mas vale lembrar que os mais estimulantes são aqueles em que Caetano se associou a músicos e produtores da nova geração. Eu Não Peço Desculpa foi produzido por Kassin, e Cê, com a coprodução de Moreno Veloso, tem a marca do trio Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes e Marcello Callado, que continuou com ele em Zii e Zie, de 2009, não incluído no pacote.
O chamariz da caixa, como das anteriores, é o CD extra, contendo raridades, algumas reais, outras pressupostas. Intitulada Que De-Lindo (versão de “It’s De Lovely”, de Cole Porter), a compilação abre com um dueto com Gal Costa em “A Luz de Tieta”, samba-reggae do longa-metragem “Tieta”, de Cacá Diegues, e tem outro tema feito para cinema, “Ó Paí, ó” (com Jauperi). Há também a rara “Machado de Xangô” e encontros com Margareth Menezes, Olodum, Alcione, Negra Li, Riachão, João Donato, Maria Bethânia e Flávio Venturini.
Notícia do Ig Música
Apresentação de professores e alunos da In Concert no letras & Expressões !
posted by Inês @ 3:51 PMVersão de Bicho de Sete Cabeças, em homenagem ao mestre Zé Ramalho! Felipe Scofano (violão), Fernando Clark (violão) e Humberto Toschi (percussão).
Para quem curte misturas musicais ricas em rítmos e harmonias,o grupo Rio World Music,que, há muito tempo idealizado por Lygia Campos e Tinho Martins estréia no TribOz. Seu estilo original segue do Jazz à música árabe,da Bossa Nova ao Afro
Conta também com Marvio Ciribelli,que enriquece ainda mais essa idéia.
Para todos que gostam de apreciar música de qualidade!
Lygia Campos- Voz
Tinho Martins- Sax
Marvio Ciribelli- Piano
Amaro Júnior- Bateria
Juliano Cândido- Contrabaixo
Fernando Clark- Guitarra
Lygia Campos
O repertório de Lygia vai da Bossa Nova ao Jazz com influências afrobrasileiras. Na Europa, Lygia se apresentou com artistas internacionais renomados tais como Bill Wyman, Billy Cobham, Big Band NDR, Tuck&Paty e Sheila Jordan. O mais novo CD de Lygia marcou seu encontro com um dos ícones da MPB, Ivan Lins – que apóia e admira o trabalho da cantora – na faixa “Meu Nome é Brasil”.
Marvio Ciribelli desenvolveu seu jeito próprio e inconfundível de lidar com música. Com 10 discos gravados, tem passagens internacionais significantes, como por 4 vezes no Montreux Jazz Festival (Suiça) e composições próprias lançadas na Alemanha, Inglaterra e Japão. A carreira de Marvio Ciribelli já tem uma estrada de 20 anos, tanto apresentando trabalho próprio quanto acompanhando artistas como Bibi Ferreira, Altay Veloso, Thaís Motta, Arthur Maia, Nilze Carvalho, Vanessa Rangel, Chamon, Ronaldo do Bandolim, José Tobias, Chico Batera, Michael Carney, Alex Malheiros e Mamão (do grupo Azymuth) e Jan Dumée (do grupo Focus).
Tinho Martins como líder da Banda Vitória Régia ao lado do grande mestre Tim Maia há 18 anos e atualmente fazendo parte da Banda de Abel Düerë por mais de 20 anos, Tinho Martins se dedica à carreira solo,se apresentando em Shoppings e casas de show pelo circuito Rio e São Paulo com o Tinho Martins e Banda tocando um repertório de sua autoria e sucessos nacionais; participa também da Banda Original, do Tim Maia fazendo um Tributo ao rei da Soul music com músicos que acompanharam Tim Maia desde o início da sua carreira.

A Companhia Estadual de Jazz, mas pode chamar de Samba-Jazzificator System(onde nosso Coordenador e professor de guitarra e violão,Fernando Clark faz parte ), é um grupo mutante, que já se apresentou em várias formações: em trio, quinteto, e até no formato mini-big-band .
Recentemente eles estiveram no Festival Internacional de Jazz de Montréal (em forma de sexteto, com os saxofonistas Guilherme Vianna e Jean-Pierre Zanella).
E agora estão se concentrando no formato quarteto, com Sergio Fayne no piano, Fernando Clark na guitarra, Chico Pessanha na bateria e Reinaldo (aquele cara do Casseta & Planeta) no contrabaixo.
Esta formação, depois de mais esta experiência internacional, já está sendo chamada também de Samba- Jazzificator System, porque se concentra num repertório basicamente brasileiro ( que até pode incluir algo de John Coltrane, mas desde que tenha um jeitão de João Donato…)
O seu último CD se chama Via Bahia, só com temas relacionados à terra de Dorival Caymmi e Caetano Veloso. (CD distribuído pela Rob Digital).
Eles vão estar no sábado, 5 de setembro, num dos espaços musicais mais interessantes do Rio de Janeiro, o TribOz, comandado pelo trompetista australiano Mike Ryan.
Reinaldo,também conhecido como “aquele cara do casseta & planeta”,decidiu mudar o nome da banda em que toca contrabaixo,sai a Companhia do Jazz,entra o” samba-jazzificator system”.” O trocadilho com a “Companhia Estadual de Gás”,só funciona no Rio”. No Canadá,eu passava um tempão explicando”,diz. “Além disso,esse nome dá a entender que a gente só toca Jazz. E nosso repertório é mais música brasileira”. O grupo Rebatizado,virou um quarteto e toca dia 5 de Setembro, no Triboz,que ele define como” Um lugar bacana escondido na fronteira da Lapa com a Glória”.
site da Gibson presta uma homenagem ao revolucionário Les Paul em sua página na internet. Para quem não sabe, dois dos modelos Les Paul com tecnologia de ponta fabricados pela Gibson é a Gibson Robot Guitar e a Dark Fire. O
O criador de uma das guitarras mais tradicionais do mundo e da gravação multicanal (denominada overdubbing) faleceu nesta quarta-feira (12/08) em Nova York, aos 94 anos, devido a complicações de uma pneumonia. Les Paul é o criador de uma das primeiras guitarras com corpo de madeira sólido, batizada com o seu nome. O modelo Les Paul foi eternizado nas mãos de gênios da música como Jimmy Page, Joe Perry, Adrian Smith, Peter Frampton, Gary Moore, Paul McCartney, Jeff Beck, Eric Clapton, George Harrison, Phil Campbell, Slash, Pete Townshend, Zakk Wylde, Noel Gallagher, David Gilmour, Dave Grohl, Kirk Hammett, Mark Knopfler, entre outros.
(Matéria do jornal O Globo)
| Formada em 2007, a ORQUESTRA LEVIANA (a qual nossa professora de canto Muiza Adnet faz parte) é um grupo jovens músicos, com diferentes formações e experiências musicais, que tem como proposta principal aproveitar toda a alta qualidade da música popular brasileira numa formação instrumental e sonoridade que remetem às antigas orquestras de gafieira. Os arranjos da Orquestra Leviana são um grande diferencial. Escritos especificamente para esta “pequena orquestra de gafieira” com voz, trompete, trombone, saxofones, guitarra, violão, baixo e bateria, trazem em sua concepção a busca pelo novo, por uma identidade onde a qualidade está associada à alegria e diversão que o baile e o palco trazem. O repertório traduz fielmente a qualidade e diversificação da música popular brasileira, indo de Tom Jobim à Pixinguinha, passando por composições próprias e de autores contemporâneos, além de grandes mestres como Moacir Santos, Baden Powell, Vinicius de Moraes, Cartola, Chico Buarque, Hermeto Paschoal, Sivuca, Noel Rosa, Zé Ketti e tantos outros.Veja mais em www.myspace.com/levianaorquestra |




